VOCÊ PODE ENCONTRAR O EQUILÍBRIO DIRECIONANDO MELHOR SUAS ATIVIDADES!


Agonias, expectativas, frustrações. Em lugares e fases diferentes da vida, não há quem não tenha passado por uma delas. E muitas vezes estas situações vêm para ficar. Vêm como um desafio, testando a capacidade de cada um para se adaptar ao novo. São estes momentos que levam ao questionamento sobre o que foi feito e o que se deixou de fazer antes da tempestade. O que valeu a pena?

Será que você deu prioridade ao que era realmente mais importante e gratificante para você?

Quantas vezes você chegou ao fim do dia com um enorme peso na consciência, por não ter sido habilidoso o suficiente para realizações necessárias ou que você julgou necessárias? A conseqüência é um vazio interior, um sentimento de frustração, um arrependimento por ter deixado para amanhã coisas que gostaria muito de ter feito, como encontrar os amigos ou caminhar pela praia ou pelo parque.

Estando ou não vivendo estes questionamentos, procure não colocar na sua agenda mais compromissos do que você é capaz de realizar.
Não que o desafio não seja saudável! Mas respeite seus limites! Você se sentirá melhor com poucas realizações de qualidade.

Com a tão decantada globalização, todos acham que é preciso “disparar o gatilho” de atividades: cursos de aprimoramento, aulas de inglês, informática, ler as últimas notícias, almoço de negócios, enfim, são tantas atribuições que você mesmo se dá... Mal termina uma tarefa e já começa outra. Nem uma pausa pra respirar ou curtir os resultados. Sequer há condições de verificar se esta atividade é realmente de vital importância para este dia ou momento.

Claro, alguém tem que ficar com a culpa. E ela acaba dividida entre você e o outro. Sempre se culpa mais alguém pela falta de habilidade na resolução das tarefas Aí a situação fora de controle e você perde a vontade de continuar, colhendo como resultado um desgaste emocional desnecessário. Mesmo que você esteja vivendo uma situação conflitante, ainda há tempo pra se reestruturar. Ainda há tempo para planejar. Ver velhos amigos, passear na praça, ver o mar que há tanto tempo você não contempla, assistir aquele filme que você sempre desejou. Cuide da qualidade dos seus relacionamentos!

A vida é hoje! Amanhã é uma possibilidade para todos, independente da idade. O importante é não ficar esperando que a vida seja generosa e reverta a situação. Como cada um dos seres humanos é único, com suas particularidades. A reação aos acontecimentos é para cada um, vivida de forma deferente. Contudo, vale lembrar que a sensibilidade diante dos eventos é um agravante ou atenuante na qualidade de vida. Logo, quanto mais você se auto-monitorar, ou seja, ficar vigilante ao que se passa com você, mais sofrimento.
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Procure mudar suas prioridades a partir de hoje independente de estar vivendo qualquer conflito. Se você ainda não encontrou um sentido para sua vida, a hora é agora. Viva por inteiro.

Maria de Lourdes da Cunha Sola
Psicóloga comportamental e cognitiva
CRP 06/46882-6

Quem sou?

Sou psicóloga e pedagoga, formada pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), com especialização em Análise Comportamental e Cognitiva, pela Universidade de São Paulo (USP).

Também atuo como Membro do Núcleo de Análise do Comportamento de Santos e Região e Acompanhante Terapêutica no Núcleo de Apoio Psicosocial – NAPS – em Santos (SP).

Na área clínica, atendo em meu consultório, em Santos (SP), desde 1994. A partir de 2007, também em São Paulo (SP).

Contatos:
Santos (13)3251-9556 / 9711-0157
São Paulo (11)9333-7219
E-mail: mlourdessola@yahoo.com.br


PALAVRA DE PSICÓLOGO
“Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer
Queria ter aceitado as pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...
Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor
Queria ter aceitado a vida como ela é
A cada um cabe alegrias e a tristeza que vier
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...
Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr”
(SÉRGIO BRITO, 2001)


 
     
 
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